Depois de meses de calor e sequidão insuportáveis em Brasília, lábios rachados, mãos e pés descascando, garganta ruim, nariz sangrando... hoje o dia amanheceu Nublado. Muitos poderiam ver como um problema, o céu estar nublado no dia do aniversário. Pra mim a natureza jamais poderia ter dado um presente melhor. Depois de meus dois últimos aniversários (os que foram em Brasília) terem sido dias tristes e solitários, ontem qndo soprei aquela vela improvisada por meus amigos depois da meia-noite, terminei aquele inferno astral que já incomodava a todos. É como se muita coisa tivesse mudado em todo o universo. Meus poemas quase sempre são escritos em dias que me sinto sozinha, que sinto saudades, que sinto vontade de ir embora, de sair caminhando pela noite e atravessar o mundo inteiro assim. E acontece que meu último poema não traz lamentos, e muito menos solidão uma vez que foi feito em parceria. Ontem peguei meu certificado do PIBIC. Meu orientador já expandiu minha bolsa, ja recebo há dois meses a bolsa do meu próximo. Estou fazendo um curso diferente, com a minha cara... e não só o curso, mas depois de tanto tempo me predendo aos outros, me limitando, descubro quem é a Sara de verdade... a Sara pela Sara, com os limites e desejos da Sara. Sou muito diferente do que eu imaginava, afinal.
Só tenho a agradecer por meus fiéis e verdadeiros amigos de Goiânia continuarem sendo tão amigos apesar de todas as mudanças e diferenças. E tenho muito, muito a agradecer por ter achado amigos fiéis e verdadeiros em Brasília. Por jamais estar sozinha, por ter pessoas que me aceitam como eu sou, que me incentivam sempre a ir pra frente, a melhorar, a realizar os meus, MEUS sonhos. Ao invés de viver os sonhos de outrem.
Poucos aniversários na nossa vida representam de fato alguma mudança na vida, o presságio de que coisas diferentes vêm à frente. Não sei se já tive algum aniversário tão carregado de sentido, de sensações agradáveis, de sorrisos de verdade daqueles que importam.
Muito, muito obrigada a todos os que me fazem estar sentindo tão bem! Principalmente, é claro, a grande e divina natureza!!!
S.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Amizade Sativa
Encantada a
Noite clara, lua cheia, se manifestam os
amores, sabores picantes.
Amantes que doce e inocentemente seguem seus
instintos sativos.
Nos lábios que brotam delírios, desejos...
Desespero é imaginação.
Enlouqueça com o sabor de cada
beijo, de uma ponta a outra,
Baila comigo até que o mundo se acabe e só restem
Nós dois. Somos infinito.
E o fogo? arde, serpenteia e estala no mar de
seus olhos flor-da-folha.
Também se alegra o coração por
tudo que se viveu, foi o que se viveu.
E agora?
Tiu Fil (http://letras.terra.com.br/tiu-fil/) e Sara Cristina de C. Zampronha
Primeira vez que escrevo um poema nesse tipo de parceria... Muito muito honrada e muito feliz por ter dado tão certo, Fil... Só nós dois sabemos a sintonia que foi preciso pra isso... Espero que isso role mais vezes!
Noite clara, lua cheia, se manifestam os
amores, sabores picantes.
Amantes que doce e inocentemente seguem seus
instintos sativos.
Nos lábios que brotam delírios, desejos...
Desespero é imaginação.
Enlouqueça com o sabor de cada
beijo, de uma ponta a outra,
Baila comigo até que o mundo se acabe e só restem
Nós dois. Somos infinito.
E o fogo? arde, serpenteia e estala no mar de
seus olhos flor-da-folha.
Também se alegra o coração por
tudo que se viveu, foi o que se viveu.
E agora?
Tiu Fil (http://letras.terra.com.br/tiu-fil/) e Sara Cristina de C. Zampronha
Primeira vez que escrevo um poema nesse tipo de parceria... Muito muito honrada e muito feliz por ter dado tão certo, Fil... Só nós dois sabemos a sintonia que foi preciso pra isso... Espero que isso role mais vezes!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Never alone
Devil gently lays inside me
Only full moon wakes him
Night is the time
All my life turns in sin
He wake up, I turn on
'Gonna never live alone
Sara Cristina de C. Zampronha
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Um apartamento pequeno,
Um gato dormindo no cesto,
Um rato dormindo num canto.
Persianas semi-abertas,
Ventilador ligado,
Luz acesa,
Silencio.
E no auge de meus vinte anos,
Finalmente me sinto em paz.
O coração se mantém sereno
Depois de alguns anos de turbilhões.
Não sabia que era possível
Ouvir meus pensamentos
E desfrutar da solidão.
"Caaara, tô numa vibe muito massa..."
Sara Cristina de Carvalho Zampronha
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
O cansaço toma conta.
O cansaço toma conta.
Já não há força,
Nem nada a fazer.
Não há motivo,
Nem motivação.
Não há objetivo,
Nem mesmo um caminho.
Tudo se esgotou.
Eu me esgotei.
Sara Cristina de Carvalho Zampronha
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Então...
Desculpas sinceras à meia-dúzia de pessoas que lêem isso aqui... kkkkkkk muito tempo sem atualizar e pah... estou resolvendo isso, JURO!!!
mas, querendo ler poesias decentes... e verdadeiramente boas... recomendo muito ir no site as tormentas!!!
Já virei muitas noites lá...
mas, querendo ler poesias decentes... e verdadeiramente boas... recomendo muito ir no site as tormentas!!!
Já virei muitas noites lá...
sábado, 21 de agosto de 2010
As madrugadas...
Toda madrugada me lembra você.
Porque é o céu negro que descansa meus olhos,
Assim como faz o seu olhar.
Porque é a luz da lua que me indica a direção,
Como suas palavras, sem me ofuscar.
Porque é o brilho das estrelas que me animam,
Assim como todos os seus gestos.
Porque é a brisa gelada que me acaricia,
Assim como seus beijos.
Sara Cristina de Carvalho Zampronha
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Luz
A luz no fim do túnel existe, eu sei.
Juro que eu tento vê-la.
E que tudo que mais anseio é sair dessa escuridão...
Mas a claustrofobia mal me permite respirar...
Não me considere pessimista.
Inspiro com toda a força,
Mas o ar não alcança os pulmões.
Seguir em frente me dói.
A luz no fim do túnel existe, eu sei.
Juro que eu tento alcançá-la.
Juro que eu quero alcançá-la.
Sara Cristina de Carvalho Zampronha
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Fim.
De repente tudo era escuridão.
Uma escuridão de ausência.
Ausência de tudo.
Ela se sentiu flutuar no nada.
Era apenas seu corpo, nu, sem proteção
Naquele imenso vazio de dúvidas.
Teve medo de que nem ela mesma estivesse ali.
Abraçou as pernas.
Os olhos eram inúteis.
Tudo era o desconhecido
E era ameaçador.
Quis gritar, mas a voz não saía.
Esperneou em vão, desesperada.
Quando já não tinha forças, percebeu.
Aquilo era o fim.
Sara Cristina de Carvalho Zampronha
terça-feira, 6 de julho de 2010
Mudando bastante o estilo....
Não tem título mesmo, esse....
Ela se aproveitou que o Sol não se escondera
E se deixou apaixonar
Por todo o seu amarelo no azul do céu.
O Sol a viu e se apaixonou por ela.
Querendo agradá-la, ficou rosa.
Ela fechou a cortina e foi embora...
Detestava rosa!
Sara Cristina de C. Zampronha
Assinar:
Postagens (Atom)




